A secretária de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur), Jusmari Oliveira, comentou nesta terça-feira (17) sobre o avanço das obras de mobilidade em Salvador e os transtornos temporários causados pelas intervenções do VLT e a expansão do metrô. As declarações foram dadas durante o lançamento do programa Qualiturismo Bahia, na capital baiana.
Sobre a mudança no tráfego da Avenida Jequitaia, nas proximidades da Calçada — que deve durar até 13 de abril —, Jusmari destacou que a obra vai além da instalação de trilhos. Segundo Jusmari, o projeto prioriza a resolução de problemas históricos de drenagem na Cidade Baixa.
“A obra do VLT, ela não pode ser e não é apenas o trem sobre os trilhos. Nós não vamos colocar só trilhos, nós temos que pensar que por onde o VLT passa. Nós temos que resolver problemas históricos e um dos principais é o de drenagem. E aquela região ali que foi interditada nesses últimos dias, ela é uma região que historicamente alaga. A drenagem está sendo feita para que a obra do VLT tenha a segurança de um não alagamento”, disse Jusmari.
“Então nós estamos fazendo obras de drenagem no estado todo com um planejamento e uma previsão de onde nós vimos casas sendo invadidas por água, famílias sendo desabrigadas com a invasão das águas das chuvas, não terem mais isso. Então, ali nós juntamos as obras do VLT, que é mobilidade sustentável, moderna e segura, com as obras de drenagem. Então, a população tem que entender que são obras que vão definitivamente mudar a vida para melhor e para sempre”, acrescentou.
Metrô até o Campo Grande
Jusmari também detalhou o planejamento para a expansão do metrô de Salvador, que ligará a Estação da Lapa ao Campo Grande. De acordo com a secretária, a obra é uma das principais iniciativas de mobilidade urbana em execução no país pela importância cultural e
“Nós sempre soubemos que seria um projeto complexo, que foi planejado e que tá sendo executado pela nossa companhia de trens da Bahia, com todos os cuidados que nós temos que ter naquela região, por isso o percurso vai ser feito por subterrâneo, para se evitar o máximo possível de desapropriações e de transtorno para aquela região”, afirmou.
“De vez em quando recuamos, reestruturamos, replanejamos e cuidamos para que o projeto traga o menor transtorno possível. Tudo que se faz é para trazer menor transtorno para a região. O projeto foi planejado, mais seguro possível, mais perfeito possível para aquela região”, finalizou.







